
“Patinete não é para poder brincar. Patinete é para você sair de um lugar para o outro com mais rapidez. Apenas isso”, disse o prefeito.
Apesar de a PBH já ter informado que as patinetes elétricas poderão circular em vias com velocidade regulamentada de até 40 km/h, áreas de pedestres, praças, parques e ciclovias, Damião indicou que ainda não há definição completa sobre todos os aspectos da operação, como os espaços prioritários de circulação. “A prefeitura vai determinar junto com a empresa para não tomarmos nenhuma decisão precipitada”, afirmou.
Segundo ele, a expectativa é de uso consciente pela população, sem necessidade de punições. “Eu acredito que o povo de Belo Horizonte vai fazer tudo certinho”, diz.
De acordo com o superintendente de Mobilidade Urbana (Sumob), Rafael Murta, a operação será acompanhada por fiscalização da Guarda Municipal, BHTrans e pela própria Sumob.
A estratégia inicial será de orientação aos usuários, com foco em conscientização sobre regras como uso individual do equipamento e proibição para menores de idade. “O próprio aplicativo faz a regulação. Em áreas restritas, o patinete pode até parar de funcionar, e em outras ele reduz automaticamente a velocidade”, explicou.
A tecnologia de geolocalização também organiza os pontos de estacionamento.
Além da taxa de R$ 2 a R$ 3 só para desbloquear o equipamento, será preciso pagar de R$ 0,49 a R$ 0,99 por minuto de uso. Ou seja, quem rodar por meia hora poderá gastar mais de R$ 30. As tarifas seguirão o modelo dinâmico: varia conforme horário e dia da semana.


